Estratificação de Risco Cardiovascular na Atenção Primária segundo Escore de Framingham.

Naira Pereira de Sousa, Maria Fátima de Sousa, Djane Elys Rene de Araújo, Walterlânia Silva Santos, Luciano Ramos de Lima, Tania Cristina Santana Rehen

Resumo


Estratificar o risco cardiovascular em pacientes portadores de hipertensão arterial sistêmica, atendidos em Regional de Saúde no Distrito Federal. Método: Estudo de abordagem quantitativa, com amostra constituída por 51 usuários. Foi aplicado à amostra o Escore de Risco de Framingham que se baseia nos seguintes fatores preditores: idade, LDL (Low Density Lipoproteins) colesterol, HDL (High Density Lipoproteins) colesterol, pressão arterial, diabetes e tabagismo. Os dados foram analisados por meio de média aritmética, desvio-padrão, frequência absolutas e relativas. Resultados: 43,1% apresentou baixo risco, 41,2% moderado risco e 15,7% alto risco cardiovascular. Conclusão: Apesar do Escore de Risco de Framingham ser mais utilizado em cenários externos à Atenção Primária à Saúde a utilização do mesmo poderia ser incorporada aos processos de trabalho das equipes a fim de contribuir para a qualificação da assistência aos pacientes com doenças crônicas, em especial a hipertensão arterial sistêmica.

Palavras-chave


Atenção Primária à Saúde. Fatores de Risco. Doença crônica

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DOI: http://dx.doi.org/10.18569/tempus.v10i1.1862



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