//tempusactas.unb.br/index.php/tempus/issue/feed Tempus – Actas de Saúde Coletiva 2021-11-27T18:51:27+00:00 Profa. Dra. Ana Valéria Machado Mendonça (Editora Executiva) valeriamendonca@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2986 DIPLOMACIA DA SAÚDE E O PROGRAMA MAIS MÉDICOS: 2021-11-27T18:51:27+00:00 Maria Patricia Silva maria.patriciafjp@gmail.com Murilo Fahel murilofahel@gmail.com Evandro Barbosa dos Anjos evandro.dosanjos81@gmail.com <p>O presente artigo tem como principal objetivo apresentar uma breve análise, exploratória, de conexões de um tipo de diplomacia da saúde no contexto do Programa Mais Médicos (PMM). O estudo é realizado por meio de uma revisão bibliográfica sistemática. Ao tratar sobre diplomacia da saúde, saúde global volta para algumas das experiências práticas de solidariedade e cooperação política, via saúde, realizadas por Cuba. O argumento que se constrói como parte do pano de fundo deste trabalho considera como pertinente o que é chamado de “aspectos coadjuvantes”, inerentes ao PMM. Desse modo, fica reconhecida a participação da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) - aspecto pouco estudado - como fundamental para a viabilização do Programa Mais Médicos, o que é explorado como uma das pontas da articulação e a mobilização da vinda de um grande número de médicos cubanos.&nbsp; A participação da OPAS esteve alinhada a aspectos qualitativos do programa, o que envolveu um acompanhamento constante para avaliação de resultados na assistência, que refletiu na estruturação e fortalecimento do Sistema Único de Saúde, especialmente da Atenção Primária à Saúde.</p> Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2985 AS RECOMENDAÇÕES DA CIDH PARA A PROTEÇÃO DA MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DURANTE A PANDEMIA COVID-19 2021-11-18T05:08:36+00:00 Gabriel Pedro Moreira Damasceno gpmdamasceno@hotmail.com Camila Beata Araújo camila.araujo@soufunorte.com.br <p>A subjugação de gênero tem sido responsável pelo cenário de violência contra a mulher no Brasil, de modo que a cultura patriarcal, ainda imperante, faz com que muitas mulheres sejam agredidas de variadas formas, seja em seu patrimônio, de forma física, psicológica ou moralmente. Sob essa perspectiva, o objetivo desse artigo é apresentar as bases para o desenvolvimento do trabalho, através do qual se busca analisar as Resoluções 01/2020, 04/2020 e 01/2021 da Comissão Interamericana de Direitos Humanos – CIDH, no que concerne às recomendações de proteção aos direitos da mulher- em conjunto com a Lei Maria da Penha. Para a elaboração da pesquisa, realizou-se o método de abordagem dedutivo e o procedimento exploratório, a partir de pesquisas bibliográficas e documentais. Pelos resultados obtidos, identificou-se que as medidas protetivas, no contexto da Lei n. 11.340/06, são providências importantes e necessárias, sobretudo no contexto da Pandemia do Coronavírus, quando se tem aumentado os casos de violência, pois estas medidas funcionam como um mecanismo que visa a impedir um dano potencial à mulher, o qual poderia ser favorecido no tempo gasto na tramitação do processo que versa sobre um ato de violência já sofrido pela vítima. De tal modo torna-se importante analisar as Resoluções 01/2020, 04/2020 e 01/2021 da CIDH no que concerne às recomendações de proteção aos Direitos da Mulher, em conjunto com a Lei Maria da Penha, a fim de verificar a compatibilidade entre os instrumentos normativos no que concerne à proteção da mulher durante a Pandemia COVID-19 no Brasil.</p> Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2983 Complicações relacionadas com a utilização do Cateter Venoso Central de Inserção Periférica 2021-11-11T12:20:36+00:00 Érica Carine Rodrigues Pedrosa ericapedrosa18@gmail.com ERIKA DE VASCONCELOS BARBALHO erikavascb@gmail.com José Auricélio Bernardo Cândido jabcaurucelio60@hotmail.com Raimunda Rosilene Magalhães Gadelha rosilenemgadelha@hotmail.com Ana Valeska Siebra e Silva ana.valeska@uece.br Francisco José Maia Pinto maiapinto@yahoo.com.br <p>Analisar fatores associados à ocorrência de complicações relacionadas à utilização do Cateter Central de Inserção Periférica, em recém-nascidos. Estudo transversal, com abordagem descritiva e analítica, realizado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de hospital de referência, de janeiro a março de 2019. Considerou-se como desfecho, as complicações, dicotomizadas em ocorrência e não ocorrência. As possíveis variáveis associativas foram hierarquizadas em: distal (sociodemográfica) e proximais (características clínicas do recém-nascido). Utilizou-se o Qui-quadrado, de <em>Wald</em>, para a seleção inicial das variáveis (p&lt;0,20) e a regressão de <em>Poisson</em>, com variância robusta, no ajustamento do modelo de regressão múltipla hierarquizada com p&lt;0,05. Usou-se o teste t para se comparar a média de ocorrência de complicações com a inserção do cateter, ao nível de 5%. A amostra foi de 225 registros, onde a principal punção foi a veia basílica (48%), sendo a punção em veia do couro cabeludo foi significativa (p&lt;0,001). Os principais motivos de remoção foram agrupados em complicações (62%), sendo significativa com o desfecho (p&lt;0,001). Comparando-se as médias entre ocorrências e não ocorrências de complicações, verificou-se que, apenas o peso foi significativo (p=0,002). As complicações estão relacionadas ao manejo inadequado do cateter e da escolha da veia adequada. O peso foi uma variável significante, devido à prematuridade dos recém-nascidos.</p> Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2982 DEFICIÊNCIA AUDITIVA RELACIONADA A INFECÇÃO GESTACIONAL PELO ZIKA VÍRUS: REVISÃO INTEGRATIVA 2021-11-08T20:40:46+00:00 FERNANDA DANTAS PIMENTEL fernandantas1@hotmail.com <p>No Brasil, a partir do ano de 2015, foram registrados inúmeros casos de infecção, relacionados ao Zika vírus, em diversos estados da federação, especialmente no Nordeste. Em pouco tempo esta epidemia afetou o Brasil e particularmente o estado do Ceará. Dentre as inúmeras complicações causadas pelo vírus, destacam-se aquelas resultantes de infecção gestacional, sendo a principal delas a microcefalia, inclusive gerando um surto de microcefalia na região mencionada. No entanto, há indícios de outras complicações, entre as quais, a deficiência auditiva, o que tem motivado o teor desta pesquisa que é de investigar a relação entre infecção gestacional pelo Zika Vírus e a deficiência auditiva. Entender esta correlação contribui para a realização de um diagnóstico precoce e assim, para o processo de reabilitação do bebê. O diagnóstico tardio, ocasiona atraso intelectual, muitas vezes somente detectado no início da vida escolar. Fator relevante já que muitas mães cujos bebês nasceram sem microcefalia, têm uma falsa ideia que o filho não tem nenhum outro comprometimento.&nbsp; O objetivo geral do estudo é identificar na literatura disponível estudos que apontem a influência do Zika vírus como causa de perda auditiva em bebês de mães contaminadas pelo vírus. Trata-se de uma revisão integrativa realizada entre janeiro e fevereiro de 2020, produzido por meio de bases de dados como BVS, PubMed e CAPES. Foram usados descritores cadastrados junto aos Descritores em Ciências de Saúde - DeCS/MSH os termos: Zika, Perda auditiva, Diagnóstico Precoce. Realizando todas as referências e associações, e ainda, as devidas leituras e exclusão de artigos considerados de pouca relevância ou que não se configuraram como objeto deste estudo, restaram 08 (oito) artigos. Conclui-se que os estudos acerca da temática ainda são restritos porém promissores acerca do assunto.</p> Copyright (c)