//tempusactas.unb.br/index.php/tempus/issue/feed Tempus – Actas de Saúde Coletiva 2022-09-30T19:13:55+00:00 Profa. Dra. Elmira Simeão elmirasimeao@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3075 Caracterização de episódios de violência doméstica contra a mulher denunciados na pandemia da COVID 19. 2022-09-30T19:13:55+00:00 rayene mateus vieira cunha rayene.vieira@unesp.br Margareth Aparecida Santini Almeida margareth.almeida@unesp.br Dinair Ferreira Machado dinair.machado@unesp.br <p>A violência contra a mulher por parceiro íntimo não é um fenômeno recente na sociedade. No contexto da pandemia do coronavírus SARS-CoV2 medidas como o isolamento social podem ter impacto diretamente as mulheres, aumentando a vulnerabilidade a situações de violência pelo parceiro íntimo. Maior tempo com o agressor no ambiente doméstico, dificuldade de acesso às redes de proteção tornou a formalização de uma denúncia neste contexto ainda mais dificultada. Objetiva compreender o fenômeno da violência doméstica durante a pandemia da Covid 19 em um município do interior paulista. Trata-se de um estudo quali/quanti, através de análise documental, a partir de boletins de ocorrência de violência contra a mulher por parceiro íntimo em uma Delegacia de Defesa da Mulher do interior paulista, no período de 01 de março a 31 de outubro de 2020. No período foram formalizados 254 boletins de, lavrados por mulheres com idade igual e/ou acima de 18 anos. As mulheres eram predominantemente da faixa etária de 20 a 44 anos, estado civil solteira, sendo a violência psicológica o principal o agravo e para 77,0% foi solicitado medidas protetivas. Conhecer os casos de violência por parceiro íntimo possibilitará aos serviços de proteção às mulheres uma maior visibilidade para a reorganização de suas práticas, construção de estratégias e articulação da rede de serviços.<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong></p> Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3074 Caracterização de episódios de violência doméstica contra a mulher denunciados na pandemia da COVID 19. 2022-09-30T18:46:44+00:00 rayene mateus vieira cunha rayene.vieira@unesp.br Margareth Aparecida Santini Almeida margareth.almeida@unesp.br Dinair Dinair Ferreira Machado dinair.machado@unesp.br <p>A violência contra a mulher por parceiro íntimo não é um fenômeno recente na sociedade. No contexto da pandemia do coronavírus SARS-CoV2 medidas como o isolamento social podem ter impacto diretamente as mulheres, aumentando a vulnerabilidade a situações de violência pelo parceiro íntimo. Maior tempo com o agressor no ambiente doméstico, dificuldade de acesso às redes de proteção tornou a formalização de uma denúncia neste contexto ainda mais dificultada. Objetiva compreender o fenômeno da violência doméstica durante a pandemia da Covid 19 em um município do interior paulista. Trata-se de um estudo quali/quanti, através de análise documental, a partir de boletins de ocorrência de violência contra a mulher por parceiro íntimo em uma Delegacia de Defesa da Mulher do interior paulista, no período de 01 de março a 31 de outubro de 2020. No período foram formalizados 254 boletins de, lavrados por mulheres com idade igual e/ou acima de 18 anos. As mulheres eram predominantemente da faixa etária de 20 a 44 anos, estado civil solteira, sendo a violência psicológica o principal o agravo e para 77,0% foi solicitado medidas protetivas. Conhecer os casos de violência por parceiro íntimo possibilitará aos serviços de proteção às mulheres uma maior visibilidade para a reorganização de suas práticas, construção de estratégias e articulação da rede de serviços.<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong></p> Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3072 Perfil sociodemográfico e educacional dos gestores e trabalhadores da rede de atenção psicossocial no município de Mossoró – RN 2022-09-20T00:01:50+00:00 KÍSIA MELO kisia.melo@alunos.ufersa.edu.br João Mário Pessoa Júnior Joao.pessoa@ufersa.edu.br <p>Objetivo: Caracterizar o perfil sociodemográfico e educacional dos gestores e trabalhadores de saúde, que atuam nos serviços vinculados a Rede de Atenção psicossocial, do município de Mossoró, Rio grande do Norte. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa. Os locais de pesquisa foram Unidades Básicas de Saúde da Família, Centros de Atenção Psicossocial, Unidade de Pronto Atendimento, Consultório de Rua, Hospital Psiquiátrico e Hospital Geral, realizada no município de Mossoró. Os dados foram coletados através de entrevista semiestruturada e submetidos à análise de conteúdo. Resultados: Os resultados indicam um maior número de mulheres, entre enfermeiras e psicólogas, ocupando cargos na gestão em saúde. Predomínio da faixa etária de 30 a 39 anos para gestores e profissionais. Os gestores estão a um curto período de atuação, Já os profissionais atuam há mais tempo nos serviços. Os gestores e profissionais, que são psicólogos, possuem cursos de pós-graduação e atualizações na área de saúde mental, os demais participantes, encontrou-se um baixo percentual entre os que já participaram de algum tipo de aperfeiçoamento para saúde mental. Considerações finais: Diante do cenário da atenção à saúde mental, considera-se necessário que profissionais e gestores estejam preparados para conduzir os serviços e os processos de trabalho com vistas a potencializar ações de desinstitucionalização e as contribuições da reforma psiquiátrica.</p> <p><strong>Palavras-Chave:</strong> Saúde mental; Serviços de saúde mental; Avaliação em saúde; Interdisciplinaridade.</p> Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3071 Prevalência de interações medicamentosas e tentativa de suicídio: um estudo observacional 2022-09-12T17:45:02+00:00 Louyse Damázio louyse3@hotmail.com Alander Michels alander.padilha.michels@gmail.com Amanda Kunz de Godoi amanda.kunz.godoi@hotmail.com Cássia Tasca Fortuna cassia.ttf@hotmail.com Gabrielly R icken da Silva gabrielly.da-silva@gmail.com Alexandra Ioppi Zugno a.l.z@unesc.net <p>Os transtornos mentais afetam o indivíduo de forma psicológica, social e biológica com mecanismos fisiopatológicos ainda desconhecidos. Normalmente o tratamento inclui: apoio familiar, assistência multiprofissional com psicoterapia, participação de grupos inclusivos nos Centros de Atenção Psicossocial e tratamento farmacológico. Os principais transtornos mentais graves acolhidos no CAPS são: esquizofrenia (EZ), transtorno depressivo maior (TDM) e transtorno bipolar (TB). O objetivo do trabalho foi analisar as interações medicamentosas encontradas no tratamento de pacientes com EZ, TDM e TB, a fim de verificar se havia interações medicamentosas graves, bem como a prevalência de tentativas de suicídio nesses transtornos. Essa abordagem é fundamental para traçar estratégias terapêuticas mais adequadas para &nbsp;&nbsp;&nbsp;esses pacientes, além de proteger a vida dos mesmos. Este é um estudo epidemiológico com delineamento transversal e observacional com coleta de dados em banco secundário. A coleta de dados foi proveniente do CAPS III localizado no município de Criciúma, Santa Catarina. Foram avaliados 485 prontuários de pacientes com diagnóstico de EZ, TB e TDM. O grupo EZ representa 32,7% da amostra, TDM 26,5%, TB 16,2% e outros transtornos 25,15%. As interações medicamentosas &nbsp;graves acometeram 53% na EZ, 52,7% no TDM e 46,8% no TB. Um total de 84 pacientes fizeram tentativa de suicídio, sendo que o grupo com TDM sobressaiu-se entre os demais com 28,6%, seguido dos outros transtornos com 23,1%, sendo TB com 16,4% e EZ com 5,1%. O principal motivo em todos os grupos foi <span style="text-decoration: line-through;">&nbsp;</span>surto e o principal método de suicídio foi envenenamento. A EZ foi transtorno mais acometido com interações graves, mesmo com todos os transtornos apresentando essas interações. A tentativa de suicídio entre os transtornos também é elevada, sendo a TDM o transtorno com mais tentativas.</p> Copyright (c)