Tempus – Actas de Saúde Coletiva //tempusactas.unb.br/index.php/tempus <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> Núcleo de Estudos em Saúde Pública (NESP) pt-BR Tempus – Actas de Saúde Coletiva 1982-8829 <p>A <strong>Tempus</strong> garante critérios rigorosos, por meio de avaliação sistemática. Os autores se responsabilizam pela veracidade e ineditismo do trabalho cabendo a eles a cessão de direitos de publicação à revista. A confiabilidade dos conteúdos e a marca própria de apresentação tem como objetivo uma comunicação personalizada, adaptada aos padrões da revista, na medida em que adota critérios de excelência exigidos por seus usuários e especialistas, considerando os rigores da comunicação científica. Os autores devem especificar sua contribuição individual na concepção, delineamento, execução do trabalho, análise ou interpretação dos dados, redação e aprovação final do manuscrito. Incluir Fontes de financiamento e de apoio logístico das pesquisas. Ao final da submissão do artigo, os autores devem enviar uma declaração de cessão de direitos de publicação à Revista TEMPUS , assinada e no formato PDF (Portable Document Format ): <a href="http://nesp.unb.br/images/M_images/modeloderesponsabilidade.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Modelo da declaração de cessão de direitos.</a></p> Financiamento do SUS: agravamento da insuficiência de recursos no Nordeste do país, 2007 a 2017 //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2979 <p>Analisou-se o financiamento no Sistema Único de Saúde, nos estados nordestinos, entre 2007 e 2017, vigência dos Blocos de financiamento. Estudo quantitativo, utilizou o Sistema de Informações sobre o Orçamento Público (SIOPS), analisando-se sete indicadores: Despesa Total com Saúde; Despesa Total em Saúde por Habitante; Correção dos valores da Despesa Total em Saúde por Habitante; Incremento Real da Despesa Total em Saúde por Habitante; Percentual das Transferências Federais para a Saúde; Percentual da Receita Própria aplicada em Saúde; Proporção da Despesa com Saúde por Blocos de Financiamento. Entre os estados nordestinos, a maior despesa total com saúde/habitante foi de R$ 544,60; o maior incremento real na despesa com saúde/habitante foi de R$ 158,00. Em 2017, todos os estados investiram a proporção mínima do tesouro e entre 2007 e 2017, houve decréscimo do investimento em três estados. Observou-se redução da proporção das transferências federais aos estados e nos três anos, mais de 70% dos recursos investidos destinaram-se ao bloco de Média e Alta Complexidade, com redução nas ações de Vigilância à Saúde. A perpetuação do subfinanciamento do SUS, no Nordeste inviabiliza a consolidação da universalização e direito à saúde.</p> Kaline Polyana Serafim da Silva Gabriella Morais Duarte Miranda Antonio da Cruz Gouveia Mendes Ana Lucia Andrade da Silva Copyright (c) 14 3 O PERFIL DAS CAUSAS DE MORTE POUCO ÚTEIS REGISTRADAS NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE MORTALIDADE (SIM) NO BRASIL ENTRE OS ANOS DE 2000 A 2015 //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2977 <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar o perfil das CPU de mortalidade no Brasil, no período de 2000 a 2015. <strong>Método: </strong>Estudo quantitativo, descritivo, ecológico com dados registrados no SIM e disponibilizados pelo software ANACONDA. A partir de cálculos de proporção e variação percentual, estimou-se a tendência temporal através da regressão de Prais-Winsten. <strong>Resultados: </strong>Apontam uma tendência decrescente das mortes registradas como categoria 1, enquanto as demais categorias apresentaram tendência de crescimento. Nesse mesmo sentido, verificou-se redução dos níveis de gravidade: “muito alto” e o aumento dos demais níveis de gravidade. Constatou-se concentração de percentuais mais altos nos estados do Norte e Nordeste, porém essas regiões apresentaram redução mais expressiva. As proporções mais altas foram registras entre maiores de 65 anos em ambos os sexos. <strong>Conclusão: </strong>Diante da redução significativa das causas de óbito mal definidas, as CPU assumem relevância constituindo-se como um importante problema frente a qualificação das informações de mortalidade no Brasil.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Mortalidade. Causa Básica de Morte. Registros de Mortalidade. Sistemas de Informação em Saúde.</p> Alexsandro de Melo Laurindo Edilma Maria dos Santos Aline Vanessa da Silva Allane Tenório Brandão da Silva Nascimento Lívia Teixeira de Souza Maia Copyright (c) 14 3 Relação do aleitamento materno exclusivo com os programas de saúde pública no Brasil //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2976 <p>O leite materno é o único alimento ideal e suficiente para crescimento e desenvolvimento do recém-nascido. O Ministério da Saúde orienta que o aleitamento materno seja exclusivo até os primeiros 6 meses de vida, quando aí sim é possível iniciar o processo de introdução alimentar. No Brasil, os primeiros indicadores de aleitamento materno revelaram que somente 2,9% das crianças estavam em aleitamento materno exclusivo (AME). Vários fatores contribuíram para o baixo índice. Contudo, em 1981 foi fundado um dos programas pioneiros no incentivo ao aleitamento materno (AM). Desde então, outros programas foram sendo criados e implementados, com intuito de estimular as mães à prática do AM. Uma análise feita pelo SISVAN dos últimos 5 anos (2015 a 2020), indicou quais foram os índices de AME anualmente. A partir de então, foi realizado um estudo dos programas de incentivo e promoção ao AM implementados nesse período, e, sua relevância para os índices de AME. Com base nos estudos obtidos, foi possível observar que houve impacto positivo nos anos onde houve implementação de programas de incentivo ao AME, e houve impacto negativo nos índices de AME nos anos onde não houve a implementação de tais programas.</p> Giovana Cruz Manzano Marina Almeida Ruy Tamires Patrícia Souza Maristela Corrêa de Lima Copyright (c) 14 3 PROCESSO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA: CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS E ESTUDANTES DA SAÚDE //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2975 <p><strong>RESUMO: </strong>Notificação compulsória consiste na informação obrigatória para as autoridades de saúde em caso de suspeita ou confirmação da doença, agravo ou evento. Poderá ser realizada imediatamente ou semanalmente por profissionais de saúde ou pelo responsável do serviço que prestar o primeiro atendimento ao paciente, sendo locais públicos ou privados. Este estudo tem como objetivo identificar o grau de conhecimento dos profissionais e estudantes da área da saúde acerca do processo que envolve a notificação compulsória de doenças. Participaram 150 pessoas, 117 profissionais de saúde e 33 estudantes da saúde. A coleta de dados foi realizada através da aplicação de um questionário objetivo e auto aplicado. Após avaliar o grau de conhecimento da população estudada, pode-se concluir que médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e estudantes de enfermagem apresentaram maior número de acertos em relação à totalidade das questões do que fisioterapeutas e estudantes de fisioterapia. Apesar de nosso objetivo não ter sido estratificar o conhecimento por grupo de entrevistados, os resultados apontam que o tema é pouco conhecido e estudado pelos profissionais e estudantes das áreas de saúde, o que pode dificultar sua inclusão na prática profissional. <strong>Palavras-chave:</strong> Notificação de doenças; Sistemas de informação em saúde; Pessoal de saúde; Vigilância epidemiológica; Notificação compulsória.</p> Thaisa Roxo Rebelo Patrícia Luciene da Costa Teixeira Letícia Pereira Félix Priscila Felix Teixeira Copyright (c) 14 3