Tempus – Actas de Saúde Coletiva //tempusactas.unb.br/index.php/tempus <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> pt-BR <p>A <strong>Tempus</strong> garante critérios rigorosos, por meio de avaliação sistemática. Os autores se responsabilizam pela veracidade e ineditismo do trabalho cabendo a eles a cessão de direitos de publicação à revista. A confiabilidade dos conteúdos e a marca própria de apresentação tem como objetivo uma comunicação personalizada, adaptada aos padrões da revista, na medida em que adota critérios de excelência exigidos por seus usuários e especialistas, considerando os rigores da comunicação científica. Os autores devem especificar sua contribuição individual na concepção, delineamento, execução do trabalho, análise ou interpretação dos dados, redação e aprovação final do manuscrito. Incluir Fontes de financiamento e de apoio logístico das pesquisas. Ao final da submissão do artigo, os autores devem enviar uma declaração de cessão de direitos de publicação à Revista TEMPUS , assinada e no formato PDF (Portable Document Format ): <a href="http://nesp.unb.br/images/M_images/modeloderesponsabilidade.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Modelo da declaração de cessão de direitos.</a></p> elmirasimeao@gmail.com (Profa. Dra. Elmira Simeão) revistatempusactas@gmail.com (Equipe técnica) Seg, 31 Mai 2021 14:09:57 +0000 OJS 3.2.1.0 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 VÍNCULO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SA O VÍNCULO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: PRÁTICAS DOS ENFERMEIROS DA REGIÃO SUL DO BRASIL //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3042 <p>Analisar as percepções dos enfermeiros sobre o vínculo nas práticas de enfermagem na Atenção Primária à Saúde. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e de natureza analítica e compreensiva,com 174 enfermeiros que atuavam na atenção primária, nos três estados da Região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina).Para a coleta de dados, foram utilizadas entrevistas semiestruturadas, realizadas no segundo semestre de 2020. Análise dos dados de Conteúdo do tipo temática. Identificou-se como núcleos relevantes: Vínculo como dispositivo relacional/atitudinal nas práticas de cuidado dos enfermeiros e A inter-relação entre o vínculo e demais atributos essenciais da atenção primária.A construção do vínculo entre os usuários e enfermeiro constitui-se em um importante dispositivo relacional para o desenvolvimento de práticas de cuidado acolhedoras e resolutivas.Aprimorar a utilização deste dispositivo relacional/atitudinal permitirá ampliar o espectro de sucesso nas ações de prevenção, promoção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção da saúde, permitindo inclusive anteceder as demandas e viabilizar a corresponsabilização.</p> Letícia Becker Vieira, Carlise Rigon Dalla Nora , Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso , Daniela Savi Geremia , Ana Valéria Machado Mendonça , Maria Fátima de Sousa Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3042 OFICINA DE QUALIFICAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DO NÚCLEO AMPLIADO DE SAÚDE DA FAMÍLIA E ATENÇÃO BÁSICA //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3041 <p>O Núcleo ampliado de saúde da família e atenção básica (NASF-AB) tem como objetivo ampliar o escopo das ações e a capacidade resolutiva das equipes da Atenção primária à saúde (APS). Contudo, devido à complexidade do processo de trabalho e a características da formação, os profissionais, geralmente, apresentam dificuldades na utilização das ferramentas de trabalho. Sendo assim, a realização de capacitações é indispensável para fortalecer o campo de atuação das equipes NASF-AB. O objetivo deste trabalho consiste em apresentar uma oficina de qualificação realizada com profissionais do núcleo ampliado de família e atenção básica (NASF-AB) em um município no agreste de Pernambuco. Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência. Para a escolha da temática a ser abordada foi realizado um processo de avaliação, que englobou a autoavaliação das equipes e a avaliação da gestão/residentes. A oficina de qualificação abordou as ferramentas e o processo de trabalho do NASF-AB, possibilitando a identificação de aspectos que necessitam ser trabalhados e fortalecidos entre as equipes e a gestão. Dessa forma, a oficina de qualificação proporcionou o compartilhamento de experiências e a identificação de aspectos que necessitam ser trabalhados e fortalecidos entre as equipes e a gestão. Nessa conjuntura, conclui-se que a realização de oficinas e qualificações para estes profissionais faz-se indispensável para o fortalecimento da APS e do vínculo entre as equipes e os gestores, bem como para a qualificação do serviço prestado.</p> Jessica de Oliveira Campos, Adriana Maria da Silva, Idaene Socorro da Silva , Alexiane Priscila da Silva, Delton Manoel dos Santos Silva , Thayna Karoline Sousa Silva , Josefa Valéria Eneias Leite de Sousa, Cáio Dantas Ribeiro Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3041 OVERVIEW OF HOSPITALIZATIONS AND DEATHS BY COVID-19 IN SOUTHERN BRAZIL //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3030 <p>O presente estudo tem por objetivo analisar a tendência das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre os anos de 2013 e 2021 e caracterizar as hospitalizações e óbitos no Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal e descritivo, que utilizou dados públicos obtidos pelo DataSUS dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e que posteriormente foram sistematizados e tabulados com auxílio do <em>software</em> <em>Statistical Package for the Social Sciences</em> (SPSS), versão 22.0. Os resultados apontam que Rio Grande do Sul foi o estado que apresentou maior taxa de hospitalizações de SRAG por COVID-19 (85,4%), necessidade de uso de suporte ventilatório não invasivo (63,4%) e invasivo (23,2%), e maior número de óbitos (34,3%). Entretanto, o estado do Paraná apresentou maiores índices de internações em UTI (32,5%).&nbsp; Relativo ao tempo médio (em dias) de internação, o estado do Rio Grande do Sul apresentou números maiores (9,93±8,44). É possível concluir que a pandemia evidenciou ainda mais as fragilidades da rede hospitalar decorrentes dos modelos de gestão e do subfinanciamento presente no sistema público de saúde, fornecendo informações relevantes sobre a evolução e desfecho dos casos graves de COVID-19.</p> Lisiane Tuon , Vanessa Iribarrem Avena Miranda, Rafael Zaneripe de Souza Nunes, Ednara Savio Caetano, Andriele Vieira, Tamara Belletini Munari, Vanessa Pereira Corrêa, Cristiane Damiani Tomasi Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3030 Acompanhamento dos doentes crônicos na Atenção Primária à Saúde: //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3040 <p><strong>Introdução</strong>: O novo coronavírus foi identificado em dezembro de 2019, um vírus altamente contagioso que se espalhou rapidamente pelo mundo, sendo que em março de 2020 foi declarada a pandemia pela Organização Mundial de Saúde. No Brasil, no ano de 2020, contabilizava-se 210.147.125 habitantes, neste mesmo período foram confirmados 7.675.973 casos da doença e 194.949 óbitos. <strong>Objetivo: </strong>Conhecer as dificuldades que os profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde enfrentam no acompanhamento dos pacientes com doença crônica durante a pandemia do COVID-19. <strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, do tipo exploratório-descritivo, através de entrevista semiestruturada, com 28 profissionais de saúde de cinco Unidades Básicas de Saúde de um município de Santa Catarina, Brasil, o período de coleta foi em julho de 2021, e a análise de dados foi através da Análise de Conteúdo de Bardin. <strong>Resultados:</strong> A partir da análise emergiram três categorias: “O cenário pré-pandemia”, “O impacto do enfrentamento ao COVID-19”, “A adaptação às novas rotinas”<strong> Conclusão:</strong> Durante a pandemia as Unidades Básicas de Saúde reorganizaram seus serviços de modo a atenderem prioritariamente os pacientes com sintomas de COVID-19. Evidenciou-se no estudo, a falta de acompanhamento das pessoas com condições crônicas neste período e a habilidade das equipes em adaptar-se em um momento tão difícil. <strong>Descritores:</strong> Atenção Primária à Saúde, Doença Crônica, Hipertensão, Diabetes Mellitus, Infecções por Coronavirus, COVID-19.</p> Enf. Suelen Damin Pacheco, Quéli Raupp Trajano, Dra. Vanessa Martinhago Borges Fernandes, Dra. Ilse Lisiane Viertel Vieira Copyright (c) //tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3040