Desafios da Cooperação Internacional Sul-Sul: Brasil e Venezuela, um processo horizontal, sustentável e estruturante

Érica Kastrup Kastrup, Luisa Regina Pessôa Pessôa

Resumo


O tema deste artigo é a cooperação internacional em saúde entre o Brasil e a Venezuela, com foco na estruturação de uma Escola de Governo e de uma Rede Colaborativa de Instituições Formadoras no âmbito da Saúde, com vistas à formação de trabalhadores.
Abordaremos o tema por meio da experiência desenvolvida entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz (ENSP) e o
Instituto de Altos Estudos em Saúde Doutor Arnoldo Gabaldón da Venezuela (IAE).
Encontrar um formato horizontal e colaborativo para os processos de cooperação internacional no Eixo Sul-Sul, se constitui em um Grande desafio para os países da UNASUL. Ao longos dos anos, temos convividos com experiências de cooperação internacional do Eixo Norte-Sul, onde a relação dominante se mostrou vertical e
unilateral. Nos últimos 5 anos, a presença do Brasil tem se mostrado cada vez mais forte na cooperação internacional do eixo Sul-Sul e é importante que se possa avaliar estas iniciativas, tendo como categorias principais de análise: a relevância, a horizontalidade e o caracter sustentável e estruturante da cooperação, na qual ambos os países ganhem com o processo

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Revista Tempus - Actas de Saúde Coletiva (ISSN 1982-8829).
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