Desafios da Cooperação Internacional Sul-Sul: Brasil e Venezuela, um processo horizontal, sustentável e estruturante
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Como Citar

Kastrup, Érica K., & Pessôa, L. R. P. (2012). Desafios da Cooperação Internacional Sul-Sul: Brasil e Venezuela, um processo horizontal, sustentável e estruturante. Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 6(4), Pag. 41–50. Recuperado de https://tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/1203

Resumo

O tema deste artigo é a cooperação internacional em saúde entre o Brasil e a Venezuela, com foco na estruturação de uma Escola de Governo e de uma Rede Colaborativa de Instituições Formadoras no âmbito da Saúde, com vistas à formação de trabalhadores. Abordaremos o tema por meio da experiência desenvolvida entre a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz (ENSP) e o Instituto de Altos Estudos em Saúde Doutor Arnoldo Gabaldón da Venezuela (IAE). Encontrar um formato horizontal e colaborativo para os processos de cooperação internacional no Eixo Sul-Sul, se constitui em um Grande desafio para os países da UNASUL. Ao longos dos anos, temos convividos com experiências de cooperação internacional do Eixo Norte-Sul, onde a relação dominante se mostrou vertical e unilateral. Nos últimos 5 anos, a presença do Brasil tem se mostrado cada vez mais forte na cooperação internacional do eixo Sul-Sul e é importante que se possa avaliar estas iniciativas, tendo como categorias principais de análise: a relevância, a horizontalidade e o caracter sustentável e estruturante da cooperação, na qual ambos os países ganhem com o processo
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