Projeto Vidas Paralelas Indígena: revelando o povo Potiguara da Paraíba, Brasil
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How to Cite

Targino, N. T., Hoefel, M. da G. L., Hamann, E. M., Severo, D. O., & Santos, S. M. dos. (2012). Projeto Vidas Paralelas Indígena: revelando o povo Potiguara da Paraíba, Brasil. Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 6(1), pag. 91–97. https://doi.org/10.18569/tempus.v6i1.1100

Abstract

Os Potiguara habitam o litoral norte do Estado da Paraíba, nos municípios litorâneos da Baía da Traição, Marcação e Rio Tinto. São cerca de 12.000 indígenas distribuídos em 36 aldeias. Destacam-se aspectos da história e da resistência à colonização formando uma barreira ao longo do litoral e a luta com os latifundiários desde o século XIX. As terras foram demarcadas e homologadas na década 1 Estudante de Medicina. Faculdade de Medicina (FM) – Universidade de Brasília (UnB); 2 Doutora em Sociologia. Professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde (DSC/FS/UnB), Coordenadora do Projeto Vidas Paralelas Indígena (PVPi); 3 Doutor em Saúde Pública. Professor do DSC/FS/UnB, tutor do PVPi; 4Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UnB; Pesquisadora Associada do Núcleo de Estudos em Saúde Pública / NESP, tutora do PVPi; 5 Doutora em História. Professora do Departamento de Enfermagem (ENF/FS/UnB), tutora do PVPi. de 1990. Destacam-se esforços para reviver a língua Tupi, e a incipiente inserção de estudantes indígenas no ensino superior. Em relação à saúde, das 36 aldeias potiguara, nove têm Unidade Básica de Saúde que funciona apenas quando há presença de médicos a cada semana ou 15 dias. Os caso mais graves são reportados ao DSEI, atendendo em três pólosbase (Baía da Traição, Marcação e Rio Tinto); dependendo da patologia, o indígena é remitido para diferentes hospitais de João Pessoa, capital do Estado.
https://doi.org/10.18569/tempus.v6i1.1100
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